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Prof. Doutor Nuno Cravo Barata

Psicólogo Clínico

  • Curso de Psicologia
  • Master em Intervenção Precoce nas Perturbações do Desenvolvimento
  • Doutoramento em Psicologia Clínica e Psicobiologia
  • Pós-graduação em Psicoterapia Dinâmica Integrada
  • Professor Universitário nas áreas científicas da Psicologia e Educação Especial
  • Membro da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP)

A perspetiva do modelo intervencional debruça-se sobre a individualidade em torno do coletivo, pelo que, torna-se fundamental compreender e aceitar que o indivíduo age de diversas formas, que são determinadas por situações imediatas e pelas interpretações que faz delas: pensar, sentir e comportar-se. Neste sentido, importa que estejamos com o paciente assumindo sempre a personalidade saudável do mesmo, nos seus aspetos conscientes e racionais, tendo como objetivo ajudar os indivíduos a fazer escolhas construtivas.

Assim sendo, é preocupação constante para todo o processo psicoterapêutico a interacção «especial» que se estabelece entre dois ou mais indivíduos, onde um dos elementos – cliente, paciente – procura ajuda para um problema/dificuldade particular e o outro – psicoterapeuta – proporciona as condições para aliviar o sofrimento da primeira e para promover o seu funcionamento diário.

Assumo, desde já, a importância de promover, no cliente, paciente, o funcionamento e o ajustamento nas esferas intra e interpessoal, ao nível comportamental e cognitivo, reduzindo ou eliminando o comportamento mal-adaptativo e a queixa (sintoma), potenciando o funcionamento do indivíduo (incluindo socialmente).

Objetivamente, o trabalho conjunto - terapeuta-paciente - deverá fazer com que o sujeito tome consciência dos seus pensamentos, reconhecer aqueles que são disfuncionais ou inexatos e substitui-los por pensamentos adequados.

Torna-se por isso fundamental, que o clínico analise o conteúdo manifesto (o que diz o indivíduo) mas também a informação do conteúdo latente (representações e significados por vezes implícitos/associados ao discurso). Por conseguinte, o discurso é uma sequência verbal na qual o sujeito fornece ao outro a sua representação e a sua posição perante os factos.

Ser terapeuta é construir uma empatia, compreensão, congruência e confiança com o paciente e esta construção faz parte de toda a equipa terapêutica deste espaço.

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