Traumas de infância e as suas consequências na vida adulta

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 40 milhões de pessoas com idade inferior a 15 anos são vítimas, todos os anos, de violência e privações em todo o mundo. 30% a 60% dos maus tratos acontecem no seio familiar. Cerca de quatro milhões de adolescentes foram vítimas de violência grave e nove milhões testemunharam atos[…]

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Depressão: os sinais de alerta

A depressão é uma doença psiquiátrica crónica. Os estudos mostram que, nos cuidados de saúde primários, duas em três pessoas com depressão não são identificados e não recebem qualquer tipo de tratamento. Das que são diagnosticadas apenas metade são devidamente assistidas. Será que todas as pessoas se apercebem que já estão com depressão? A Dra. Rosa[…]

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Exercício de relaxamento: Como reprogramar a mente

Reprogramação da mente com a Dra. Rosa Basto No seguimento das 5 dicas para tornar a sua vida mais feliz, a Dra. Rosa Basto realizou um exercício que pode praticar todos os dias, sem contra-indicações e para as pessoas que desejam uma vida leve e feliz. Vamos recordar as 5 dicas: Deixe de se comparar com os[…]

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As suas expressões são o mapa das suas emoções

Já se deu conta da forma como expressa em palavras aquilo que sente ou pensa? Em terapia aprendi a escutar com muita atenção os pacientes, pois é maravilhosa a forma como podemos aceder aos sentimentos, crenças e até aos sintomas, apenas pela expressão oral dos problemas que acometem a vida daqueles que nos procuram. A língua[…]

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7 atitudes para viver o aqui e o agora

São muitos os autores a abordar a temática da atenção plena e os princípios pelos quais nos devemos guiar para efetuar uma boa prática. Porque o estado de contemplação e de auto-hipnose é acessível a todos, seguem algumas atitudes de fácil implementação para que possa iniciar a sua prática:   1ª atitude - JULGAR vs NÃO[…]

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Ansiedade: Porque será que tantas pessoas têm tanto medo de falhar?

A perturbação de ansiedade está entre as condições psiquiátricas mais prevalentes na maioria das populações estudadas. Os estudos demonstram de maneira persistente que esta perturbação produz morbidade desordenada, uso de serviços de saúde e comprometimento do desempenho incomum. Quando temos pensamentos obsessivos, a nossa energia concentra-se neles e quanto mais pensamos, mais presentes eles estão. Por[…]

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Como informar as crianças sobre a morte?

Costumo dizer que o adulto é a criança de ontem, logo cabe-nos educar a criança para uma relação natural com a morte e com a vida para que esta possa crescer um adulto saudável. Segundo a psicóloga Susana Moutinho - responsável pelas consultas de luto do Serviço de Cuidados Paliativos do IPO - Porto – «a melhor[…]

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