Somos as vivências que “carregamos”?

Claro que sim. Nós somos aquilo que comemos e aquilo que pensamos. As vivências são experiências da nossa história de vida. Quando as experiências são menos boas, é necessário resolver esses conflitos interiores e deixar de andar sempre a carregar esse fardo.


As pessoas que aprendem a relativizar mais a vida são naturalmente mais felizes. A sabedoria de estar psicologicamente bem é saber trabalhar os medos e conflitos interiores, não permitindo que eles aumentem de tamanho.

De que forma podemos nós ultrapassar ou aprender a viver com sentimentos como a dor, a culpa, um permanente nó na garganta?

Os sentimentos de dor, culpa, raiva, revolta e outros não são para aprendermos a conviver com eles, mas sim resolvê-los. Quando resolvemos os nossos conflitos não existe nenhum nó na garganta. Como se resolve? Cuidar mais da nossa pessoa e irmos ao encontro daquilo que nos faz sentir bem.

As depressões, cada vez mais comuns, surgem porque não nos escutámos a tempo?

Quando não escutamos os sinais e os sintomas, a mente e o corpo adoecem. É fundamental percebermos o que se está a repetir como padrão. Tomar consciência do que se está a passar é meio caminho andado. Negar nunca ajuda na solução. As pessoas que sofrem de depressão têm um sofrimento atroz. Estão, na maior parte das vezes, viradas para o passado.

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Dra. Rosa Basto
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